Sim, meu pequeno padauã, sua toalha. Um dos itens mais importante que um viajante do universo precisa carregar consigo. A importância dela está descrita no primeiro dos cinco volumes que compõem a obra genial de Douglas Adams.
Segundo o Guia, a toalha é fundamental para o viajante devido ao seu valor prático. Com ela, você não passará frio quando estiver atravessando as gélidas luas de Beta de Jagla. Pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V. Pode usá-la de cobertor quando passar a noite sob as estrelas avermelhadas do céu de Kakrafoon. Pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth. Pode enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você -estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz).
Pode umedece-la para entrar em combate corpo a corpo com quem chama o Dia da Toalha de Dia do Orgulho Nerd. E ainda, pode usá-la para se enxugar após um banho quente, caso ela ainda esteja razoavelmente limpa.
Quando enfim é descoberto o sentido da vida, do universo e tudo mais, Artur Drent e Ford Prefect (um mochileiro de Betelgeuse que vivia na Terra até antes dela deixar de existir) escapam da destruição do planeta pegando carona com os piores poetas do espaço. Crentes que estavam acabados e que nunca mais poderia tomar seu chá (Artur é inglês), os dois se metem em altas confusões (como diriam na sessão da tarde) graças a um Gerador de Improbabilidades Aleatórias.
Então, a menos que você tenha um Receptor Subeta para saber quando os Vogons vão aniquilar a Terra para construir a nova autoestrada hiper espacial, você PRECISA de todo o conhecimento que O Guia do Mochileiro das Galáxias pode te dar. Sendo assim, COMPRE! COMPRE! COMPRE!

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