segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

360 Heróis: Hulk, smash! #002

Antes de esmagar os seres argardianos trazidos por Loki de outra dimensão que invadiram Nova York no primeiro filme dos Vingadores, o Dr. Bruce Banner comeu o pão que o diabo amassou e se meteu em altas confusões (como diriam os filmes dublados) desde suas primeiras aparições em 1962.

Criado por Stan Lee e Jack Kirby, O Incrível Hulk, assim como vários outros heróis, sofreu inúmeras modificações em sua história base até chegar a forma que conhecemos hoje. E pra contar todas elas, vamos começar do começo.

Robert Bruce Banner era filho Dr. Brian Banner e sua esposa Rebecca. Seu pai era cientista atômico e alcoólatra nas horas vagas. Sua mãe era uma dona de casa comum que passava o tempo fazendo coisas comuns de dona de casa, como lavar a louça, carpir um lote ou até bater uma lage.

Fora isso, Bruce Banner era odiado por seu pai. Ele tinha ciúmes do filho, tamanho era o amor que Rebecca tinha por ele. Além disso, Dr. Banner pai acreditava que suas experiências e seu contato com a radiação haviam alterado o DNA do filho.

Após a morte da mãe, assassinada pelo pai, Bruce foi criado por sua tia, a senhora Drake, muito provavelmente desde o início da adolescência.

Quando adulto, o agora Dr. Banner, gênio em física nuclear, vai trabalhar para o governo em uma base militar no Deserto do Novo México. Lá ele vai supervisionar a construção da Bomba-G, uma arma nuclear forte pra caceta! Além disso, ele conhece a charmosinha Betty Ross, filha do General Ross, comandante da base militar.

Feito o background do personagem, vamos ao que realmente interessa.

Em uma determinada tarde de outono, os militares resolvem fazer o primeiro teste da Bomba-G. Por um motivo que ninguém sabe dizer ao certo qual, um moleque desgraçado fura a segurança e vai dar um rolê onde? No campo de testes, claro! Quando ele vê a merda eminente surgindo, Banner pede para que adiem o teste por alguns minutos enquanto ele vai lá tirar o moleque. Imagino eu que nessa hora ele já tava querendo virar o Hulk, mas beleza.

O moleque pentelho em questão é Rick Jones e o cara que deveria ter atrasado a contagem regressiva era Igor Starsky, um russo infiltrado na base americana. E sendo russo é claro que o cara não atrasou a contagem coisa nenhuma. Deixou rolar só pra ver a merda que ia dar.

A merda que deu foi que o tal Rick Jones se salvou. Bruce também. Ele acordou na enfermaria, numa área meio isolada, mas aparentemente tava tudo certo.

Tudo certo até escurecer. Nas primeiras histórias o Hulk aparecia apenas a noite, como se fosse uma maldição de lobisomem. Naquela noite, um soldado que fazia a guarda do hospital viu um monstro derrubando a parede e saindo prédio afora. Era imenso, forte e... CINZA!

Pois é, meio ~fué~ né, vai dizer? Na verdade o Hulk teve várias cores até chegar o verde. E bom, não é porque isso representava cada emoção ou personalidade diferente, como dizem algumas teorias. A verdade é que o cinza escolhido pelos editores inicialmente era muito difícil de ser conseguido naquela época. O verde era, das cores escolhidas, o mais fácil de acertar, por isso ficou. E bem melhor, né?

Definida a cor do nosso herói, tá na hora de fugir! Afinal de contas é isso que os heróis fazem. Quase todos, pelo menos.

O Hulk é um dos meus super-heróis favoritos. Eu até acho que ele pode ser encaixado como anti-herói afinal de contas o cara é uma coisa que ele não quer ser e ninguém gosta dele (a não ser a mulher dele que morre por causa da radiação). Além disso ainda tem que enfrentar vilões como o Abominável, Gárgula, Líder, Tyrannus, Os Alienígenas, Zzzax e Homem Absorvente (esse nome é muito escroto).  De quebra, tem o Thunderbolt Ross, que é pai da Betty, general da aeronáutica e o Hulk Vermelho. Fora isso ele tem que sumir do mapa porque o todas as forças armadas americanas tão atrás dele.

Além dos quadrinhos, tudo isso já foi contado também no cinema e na TV. São várias animações como:
The Marvel Super Heroes, 1966.
O Incrível Hulk, 1982 e 1996, este com a participação da mulher-Hulk.
Hulk Vs Thor e Hulk Vs Wolverine, ambas de 2009.
Planet Hulk, de 2010.

Já no cinema e na TV, temos The Incredible Hulk, 1977 (série televisiva).
O Retorno do Incrível Hulk, 1988.
O Julgamento do Incrível Hulk, 1989.
A Morte do Incrível Hulk, 1990.
Hulk, 2003.
O Incrível Hulk, 2008.
Os Vingadores, 2012.

E desses todos os que valem alguma coisa são os dois episódios de Hulk vs e, claro, Os Vingadores!

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